" ... Passamos a vida a tentar alcançar alguma coisa, perseguindo sonhos, acreditando que quando tivermos isso, teremos a felicidade. Mas não é assim. A existência está no caminho, não no final. Não importa quão belo, importante ou espiritual seja o que pretendemos. A última paragem é sempre a morte. Se não soubermos ser felizes, ser melhores, ser quem queremos ser no trajecto, também não é no final que encontraremos isso. Essa é a razão pela qual devemos desfrutar do momento. A vida está cheia de tesouros que as personagens perseguem, são coisas que elas acreditam que essa mesma vida lhes proporciona, mas costumam ser miragens e, por vezes, alcançado o seu ansiado desejo, uma pessoa só encontra o vazio entre as mãos...."


 in O ANEL, A Herança do Último Templário de Molist, Jorge


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