quinta-feira, 28 de abril de 2016

Dia Nacional de Prevenção e Segurança no Trabalho


Bom dia!

Hoje é Dia Nacional de Prevenção e Segurança no Trabalho - um direito dos trabalhadores e uma conquista do ser humano livre consagrado no art. 59º da Constituição, no entanto, não existe risco zero, e é essa possibilidade que constitui o negócio das seguradoras!

Nesta data ao executar as minhas tarefas terei uma responsabilidade acrescida, a  de demonstrar aos clientes que "os seguros são um mal necessário". Foram estas as palavras proferidas pelo  meu estimado prof. de Gestão de Seguros Dr. António Mourão na minha primeira aula dessa cadeira e é com essa frase na mente que hoje tentarei dar o melhor de mim no exercício das minhas funções.

Existem uma série de factores que podem dar origem a um acidente de trabalho e que se podem dividir em cinco grupos:

a) factores humanos: desconhecimento do risco, negligência, distracção, problemas de saúde, pressões sociais, atitudes impróprias, ...
b) factores físicos: concepção/layout inadequado, instalações deficientes, área de trabalho insuficiente, deficiente arrumação e limpeza, falta de equipamento de protecção individual,...
c) factores mecânicos: manuseamento indevido, ausência de protecção, equipamentos inadequados, ausência de manutenção,...
d) factores ambientais: iluminação, contaminação,...
e) factores organizacionais: turnos, falta de formação, falta de capital, prazos, desinteresse,...

O projecto OIRA tem como finalidade identificar o risco para cada actividade e pode tornar-se uma ferramenta bastante útil no sector segurador para que se conheça o risco inerente a cada actividade!

Grande percentagem das causas dos acidentes nas empresas derivam de quedas, meios de transporte, queimaduras, negligência, falta de informação. Assim e para que uma empresa possa aumentar a sua produtividade deve tomar medidas adequadas e atempadas para evitar esse tipo de acontecimentos.

 A prevenção é portanto um factor determinante para que se possa alcançar esse objectivo e deve ser vista como um investimento e  não como um custo. As seguradoras têm também um papel fundamental ao salvaguardarem os riscos traumatológicos que possam vir a ocorrer. Não andem por aí sem seguro ;) 

Vejam alguns vídeos seguindo o link aqui.








segunda-feira, 25 de abril de 2016



Mais de quatro décadas após a queda de um regime de ditadura, vivemos hoje estranhos tempos de respeito pelo próximo. Num mundo cada vez mais global, onde se acentuam as diferenças entre ricos e pobres, onde uns fogem da sua terra natal lutando pela sobrevivência, outros são obrigados a sair do seio da sua família procurando melhores condições de vida, outros perdidos no seu endeusamento individual se esquecem dos valores do colectivo, deixo apenas esta mensagem de coragem pela luta de um mundo melhor:

"Sê a mudança que queres ver no mundo"
                                 
                                                       Dalai Lama

domingo, 17 de abril de 2016

E o rei do jogo é ...

Tarde de grande derby por terras nabantinas, o melhor clube do mundo recebeu o rival Riachense.

Os golos não apareceram, por isso o rei do jogo é quem foi mais aplaudido e menos se cansou:



Resto de bom domingo ;)


terça-feira, 29 de março de 2016

'Frágil'



Para ler com humor e só para alguns:

"...fogo hoje não saio de casa nãnãnã, aqui escondindinha e xxiiuuuuuuu, 
 tenho que fechar as janelas já.. sinto-me tão frágil"

quarta-feira, 23 de março de 2016

"Tens os olhos de Deus"



Esta melodia não me sai do ouvido!

É forte, muito forte!

Fortes são também as emoções depois de mais um dia negro para a Europa e para o Mundo! 

A bem da democracia não podemos ter medo!

Não podemos ter medo de lutar pelos nossos princípios, de lutar pelo respeito e pela liberdade de cada um!

Num mundo cada vez mais egoísta, onde uns tentam cada vez mais enriquecer à custa de outros, não podemos ter medo, não podemos desistir! Devemos identificar os problemas na sua origem e tentar resolvê-los, devemos dar o melhor de nós para contribuir para um mundo melhor!

Temos que aprender a viver num mundo cada vez mais global é verdade, 
MAS VIVER SEM  MEDO ...!


sexta-feira, 11 de março de 2016

terça-feira, 1 de março de 2016

... em modo francês ;)


Som calmo a recordar o filme "La Boum" com Sophie Marceau!

Parece que foi ontem que a prof.de francês no 7º ano, turma J da ESDNAP nos levou a ver este filme e no final fizemos uma redacção onde concluímos que "les passions des jeunes sont trés fortes mais trés courts".

Recordo-me ainda de cantarolarmos nas aulas as canções de Joe Dassin, posso repetir?!






Não sei o que se passa comigo  deve ser só saudosismo dos tempos de adolescência ;)  




Comemorações do dia 1 de Março

Bastaria falar sobre o Convento de Cristo e já muito teria para dizer sobre a bela cidade de Tomar, sede da gloriosa Ordem de Cristo a quem Portugal deve a epopeia dos descobrimentos, mas hoje não me apetece escrever sobre isso ... 

... hoje  esta data assinalou-se de uma forma especialmente agradável conforme programa aqui descrito e com muito orgulho por este sabor duplamente especial:



Foto de facebook UFCIT

Obrigado PS! Obrigado União!

Foto de Manuel Subtil 



segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

" A Culpa é das Estrelas"


Simplesmente fantástico, as lágrimas correram sem que as conseguisse conter... 

"Parti de Tomar e de Portugal com a mente em chamas."

 Agora que a minha atenção estava centrada no livro de Umberto Eco "O Pêndulo de Foucalt" fomos confrontados com a noticia da sua morte e por isso devolver o livro à BMT com a maior brevidade possível torna-se uma prioridade, não o farei sem transcrever este excerto que nos deixa a todos os tomarenses bastantes orgulhosos ...

R.I.P.



"........Tomar era o Castelo em que os Templários portugueses se tinham entrincheirado após a benevolência do rei e do papa os ter salvo do processo e da ruína, transformando-os em Ordem dos Cavaleiros de Cristo. Não podia perder um castelo dos Templários, e felizmente o resto da comitiva não era entusiasta de Fátima.
 Se eu consegui imaginar um castelo templário, assim era Tomar. Sobe-se por uma estrada fortificada que bordeja os bastiões exteriores, de seteiras em forma de cruz, e respira-se uma atmosfera cruzada desde o primeiro instante. Os Cavaleiros de Cristo tinham prosperado durante séculos naquele lugar: a tradição pretende que o infante D. Henrique como Cristóvão Colombo eram dos deles, e com efeito haviam-se dedicado à conquista dos mares - fazendo a riqueza de Portugal. A longa e feliz existência de que aí tinham gozado fez com que o castelo tenha sido reconstruído e ampliado em diferentes séculos, pelo que à sua parte medieval se acrescentaram alas renascentistas e barrocas. Comovi-me ao entrar na igreja dos Templários, com a sua rotunda octogonal que reproduz o Santo Sepulcro. Encheu-me de curiosidade o facto de na igreja conforme a zona, as cruzes templárias serem de forma diferente: era um problema que já me tinha ao ver a confusa iconografia a elas relativa. Enquanto a cruz  dos cavaleiros de Malta havia permanecido mais ou menos a mesma, a templária parecia ter sofrido as influências  do século ou da tradição local. É por isso que aos caçadores dos Templários basta encontrar seja onde for uma cruz qualquer para descobrir uma pista dos Cavaleiros.
 Depois o nosso guia levou-nos a ver a janela manuelina, a janela por excelência, uma passagem, uma colagem de achados marinhos e submarinos, algos, conchas, âncoras, amarras e correntes, em celebração dos fastos dos Cavaleiros sobre os oceanos. Mas dos dois lados da janela, a encerrar como que dentro de uma muralha as duas torres que a enquadravam, viam-se esculpidas as insígnias da Jarreteira.O que estava a fazer o símbolo de uma ordem inglesa naquela mosteiro fortificado português? O guia não o soube dizer, mas pouco depois, de outro lado, creio que de noroeste, mostrou-os as insígnias do Tosão de Ouro. Eu não podia deixar de pesar no subtil jogo de alianças que ligava a Jarreteira ao Tosão de Ouro, este aos Argonautas, os Argonautas ao Graal, e o Graal aos Templários. Lembrava-me das efabulações de Ardenti e de algumas páginas encontradas nos manuscritos diabólicos ... Tive um sobressalto quando o nosso guia nos levou a visitar uma sala secundária, de tecto coberto em fechos de abóbada. Eram pequenas rosetas, mas algumas tinham esculpidas uma cara barbuda e vagante caprina. O Balphomet.
 Descemos a uma cripta. Ao fim de sete degraus, uma pedra nua leva à ábside, em que poderia aparecer um altar ou o cadeirão de um grão-mestre. Mas chega-se, passando por baixo de sete fechos da abóbada, todos em forma de rosa e cada um maior que o anterior, e o último, mais expandido, por cima de um poço. A cruz e a rosa, e num mosteiro templário, e numa sala certamente construída antes dos primeiros manifestos rosa-crucianos... Fiz algumas perguntas ao guia, que sorriu: " Se eu soubesse quantos estudiosos de ciências ocultas vêm em peregrinação... Diz-se que esta era a sala de iniciação..."
 Penetrando por acaso, numa sala ainda não restaurada, ocupada com poucos móveis poeirentos, encontrei o chão repleto de caixotes de cartão. Revistei-o ao acaso, e vieram parar-me às mãos restos de volumes em hebraico, presumivelmente do século XVII. O que faziam os judeus em Tomar? O guia disse-me que os Cavaleiros mantinham boas relações com a comunidade judaica local. Fez-me assomar à janela e mostrou-me um jardim à francesa, estruturado como um pequeno e elegante labirinto.
 O segundo encontro em Jerusalém ... E primeiro no Castelo. Não rezava assim a mensagem de Provins? Por deus, o Castelo da Ordonation descoberta por Ingolf não era o improvável Monte Salvo dos romances cavaleirescos, Avalon a Hiperbórea. Se tivessem tido de marcar um primeiro lugar de reunião, o que poderiam escolher os Templários de Provins, mais habituados a dirigir capitanias que a ler romances de Távola Redonda? Claro que era Tomar, o castelo dos Cavaleiros de Cristo, um lugar em que os sobreviventes da Ordem gozavam de plena liberdade, de garantias intocadas, e em que estavam em contacto com os agentes do segundo grupo! 
 Parti de Tomar e de Portugal com a mente em chamas. Estava a levar finalmente a sério a mensagem que Ardenti nos exibira. Os Templários constituídos em ordem secreta, elaboram um plano que deve durar seiscentos anos e concluir-se no nosso século. Os Templários eram pessoas sérias. Portanto se falavam de um castelo, falavam de um lugar verdadeiro. O plano partia de Tomar. E então qual deveria ter sido o plano ideal? Qual a sequência dos outros cinco encontros? Lugares em que os Templários pudessem contar com amizades, protecções, cumplicidades. O coronel falava de Stonehenge, Avalon, Argattha... Disparates. A mensagem estava toda por rever.
 Naturalmente, dizia para comigo, ao voltar a casa, não se trata de descobrir o segredo dos Templários, mas sim de construí-lo."