sexta-feira, 7 de maio de 2021

Voltar atrás no relógio... em Tomar ;)

Hoje foi dia de dar um pulinho ali ao lado à cidade templária e de visitar duas exposições com temas completamente diferentes mas que nos fazem andar para trás no tempo "Na terra dos nossos avós" da autoria de João Lourenço Costa Rosa, no Complexo Cultural da Levada de Tomar e ainda a Exposição da Tuna Templária na Casa Vieira de Guimarães.

Ambas visitei com agrado e de ambas registo a simpatia de quem me recebeu, primeiro por respeitarem o tempo em que admirei os trabalhos expostos e no fim pela simpatia, troca de ideias e até a partilha de memórias...

Respondendo à questão da jovem que estava na exposição da Tuna se tinha encontrado muitas caras conhecidas, contei-lhe que entrei no IPT em 1997 e que procurava nas fotos fotografias do Horácio, do Pedro e do Helder, caloiros do mesmo ano mas de Gestão Turística e Cultural, que consegui identificar. Veio à memória a cumplicidade que havia entre essa turma e a minha de Comércio e Seviços, os bons momentos que passavámos no IPT "velho"e ainda contei que nessa altura não havia redes sociais como agora, a Internet começava a popularizar-se e existia um bate-papo, o famoso MIRC, passavámos horas a fio na conversa com outras pessoas com o nickname, às vezes fazendo apostas se não seria alguém daquela mesma sala, como os tempos mudam e já posso dizer "no meu tempo era assim", só posso finalizar com esta bela recordação!






terça-feira, 4 de maio de 2021

António Zambujo - Lote B


E no meu blogue estão as músicas que adoro!

 "E só com uma voz e uma guitarra eu fiz, parar uma rua inteira, parar uma rua inteira..."

sábado, 24 de abril de 2021

Cristóvam - Andrà Tutto Bene


Este blogue ficou sem vida num ano duro, muito duro, em termos emocionais, depois de tanto pedir um ano sabático, onde pudesse descansar de algumas preocupações sobretudo as do cansaço de voluntariado veio o fenómeno estranho da pandemia, o afastamento social, a perda da minha mãe, as mudanças...

É preciso seguir em frente mas nem todos os dias são fáceis e hoje num dia tão cinzento lá fora e a caminho do trabalho ouvi esta melodia que fica no ouvido! 

Gratidão para todos aqueles que estão na linha da frente que nunca lhes falte a força!

domingo, 5 de julho de 2020

Rei "Totói"



Hoje foi dia de dizer adeus a este grande Homem, numa cerimónia simples mas que ficará para sempre na minha memória, não viesse eu de coração cheio com as palavras do Padre Mário Duarte.

Quis o destino que fosse um amigo unionista a prestar-lhe os últimos socorros.

Sentada no fundo da igreja, aguardando o inicio da missa, reparo num gesto simples e discreto, mas cheio de simbolismo: o capitão e o guarda redes dos Seniores entregam a bandeira da sua nacionalidade, naquele que será o lugar do seu eterno descanso.

Humildade, presença, referência, amizade, paixão pelo futebol foram palavras de reflexão com as quais nos despedimos do nosso "Rei" que leva U.F.C.I.T. no coração, seguidas de uma grande salva de palmas!

Quando me questionam porque gosto tanto do União é simplesmente por isto e apenas por isto, pelas pequenas coisas que nos enchem o coração!


quarta-feira, 3 de junho de 2020





Maio e junho seriam tempos felizes se não fosse esta pandemia que veio mudar o nosso dia-a-dia.

Seria tempo de celebrar o aniversário do melhor clube do mundo ou apenas de estar entre amigos no Torneio Internacional dos Templários que é por si só uma grande referência dentro e fora das 4 linhas e também além fronteiras.

Ainda assim, mesmo que a bola não role em campo, o U.F.C.I.T., esteve presente nas nossas vidas com mais uma iniciativa de excelência.



A expectativa era grande principalmente no que toca ao jovem árbitro Hugo Silva, pois sempre que o vejo me recordo de um jogo na importante no Campo da Nabância, com o mister João Carlos a orientar uma grande equipa de Infantis. 

A jovem Ana Brites também mostrou o seu papel de liderança e como disse  e bem, o tempo passou tão rápido naquela noite que já não era apenas uma formação mas sim convívio entre amigos, não no café, mas no nosso ecran.

Bem haja pela iniciativa!






 

sexta-feira, 1 de maio de 2020


"Sinto que os políticos não o trataram bem, mas o povo amou-o sempre. E foi também isso que aprendi com ele, mesmo depois de ele já não estar comigo."
Se um grupo de capitães conseguiu depor em 1974 uma ditadura, se conseguiram cumprir uma revolução praticamente sem sangue e envergando cravos nas espingardas, "então o que conta é o que somos e o que fazemos, não a posição que detemos."
Catarina Salgueiro Maia